04/07/2013
Atenção Policiais Civis!
O SINDPOL RJ – Sindicato dos Policiais Civis do Estado do Rio
de Janeiro - precisa do apoio de todos os policiais civis que se identificam
com nossas lutas, conquistas e reivindicações. Nosso maior interesse é a valorização
dos policiais civis, da segurança pública e repudiamos qualquer ato sindical vinculados
a interesses políticos alheios a nossa causa.
Assim como o povo nas ruas, o SINDPOL RJ está cansado de ver
policiais civis serem usados como massa de manobra! Nossos interesses são a
valorização salarial do policial, melhores condições de trabalho, a
reestruturação dos cargos, plano de saúde, hospital,... Interesses que só
policiais civis que trabalham sabem que precisam! Não suportamos mais ver a
categoria sendo usada para outros fins!
Policiais civis, fiquem atentos aos acontecimentos! Ajudem o
SINDPOL RJ nos seus interesses como profissionais da segurança pública que
merecem, no mínimo, respeito!
Hoje, 04/07, sindicalistas da NCST/RJ - Nova Central
Sindical de Trabalhadores - estiveram na sede do SINPOL, cujo presidente é
Fernando Bandeira, no momento que policiais civis esperavam para decidir, mais
uma vez, sobre a participação dos policiais civis na chamada Greve Geral do
próximo dia 11 de julho.
O SINDPOL RJ irá se manifestar
futuramente sobre o ocorrido nesta reunião, porém não entende a participação de
“não policiais” em decisões que fazem entender serem tomadas com a grande
participação de policiais civis. Ao contrário, com a presença de apenas 12
policiais civis na Assembléia do SINPOL do último dia 02/07, conforme divulgado
aqui, deixa claro a falta de representatividade daquele sindicato.
Para finalizar este pequeno recado deixamos a seguir, para reflexão, alguns
trechos do grande artigo de Fernando Piffer, intitulado “Representatividade
Sindical”, o qual pode ser lido na íntegra clicando aqui.
“(...)
....Porém, o que vemos hoje em dia são sindicatos com
intuitos bem diferentes do princípio da sua criação.
Diz o artigo 515 da CLT que o mandato da diretoria deve ser
de três anos, mas o que vemos são sindicatos com presidente quase que eternos,
que comumente sequer sabem o que estão fazendo na sua cadeira.
A CLT também rege que a investidura sindical será conferida
sempre à associação profissional mais representativa, a juízo do ministro do
trabalho, constituindo elementos para essa apreciação dentre outros o número de
associados, os serviços sociais fundados e mantidos e o valor do patrimônio.
Mas é sabido que a maioria destes sindicatos existem somente para arrecadar,
mas sem dar o respectivo retorno para seus representados.
(...)
...o sindicato existe para um fim especifico, o de defender
a sua categoria sem interesses pessoais, sem benesses para seus presidentes,
acabar com os “donos” dos sindicatos, afinal, as entidades que não prestam
serviços deveriam deixar de existir ou fundir com aqueles que estão exercendo o
verdadeiro exercício sindical previsto na Consolidação das Leis do Trabalho.”